Como aproveitar o mercado de galpões logísticos aquecido?

A pandemia impulsionou o e-commerce e isso vem aquecendo cada vez mais o mercado de galpões logísticos. As empresas estão buscando mais espaços dentro e fora dos grandes centros consumidores.

O isolamento social decorrente da pandemia de COVID-19 obrigou muitas pessoas a comprar ainda mais no comércio eletrônico, impulsionadas por essa demanda, as empresas, principalmente de varejo e e-commerce, aumentaram suas áreas de galpões logísticos.

A taxa de vacância encerrou 2020 em 14,3%, a menor em 10 anos. O hábito de comprar online continua e deve permanecer e o mercado de galpões logísticos segue aquecido em 2021 e provavelmente ficará ainda mais aquecido nos próximos anos.

Mas, como aproveitar esse momento do mercado de galpões logísticos aquecido? Nós explicamos a você. Confira no artigo de hoje.

A boa fase do mercado logístico

O mercado de galpões logísticos é um dos principais setores do segmento imobiliário que além de não ter sofrido com a pandemia, ainda saiu fortalecido.

A pandemia e as medidas restritivas para conter a disseminação do covid-19, forçou todo mundo que ainda não tinha comprado online, experimentar esse tipo de transação. A maior barreira para o desenvolvimento do e-commerce era justamente a primeira compra, coisa que muitos ainda não tinham feito. Com essa barreira vencida e com uma boa experiência do cliente, o público incorporou o hábito de comprar pela internet.

Do lado das empresas que vendem, apareceu a necessidade de se ter uma logística cada vez mais eficiente e ágil. Quanto mais eficientes e próximos dos grandes centros consumidores, melhor.

Segundo a Buildings, hoje existem 621 condomínios logísticos no Brasil e a taxa de vacância deles é de 13,78%, bem perto do que é considerado um ponto de equilíbrio para ela (de 10 a 12%). Esse ponto de equilíbrio é onde se tem uma relação igualitária de poder de barganha entre proprietário e inquilino.

No entanto, esse não é o melhor indicador de o quão aquecido está o mercado de galpões logísticos. Isso, pois, a vacância pode ficar no mesmo patamar enquanto o mercado cresce absurdamente. Para isso, basta que as ocupações de áreas sejam iguais ao tamanho do novo estoque de galpões que fica pronto.

Quando se compara o tempo de construção entre um galpão logístico e qualquer outro tipo de alvenaria, um galpão pode ser colocado de pé em menos de um ano, bem diferente de um prédio corporativo que pode levar de 4 a 6 anos. Portanto, esse novo imóvel consegue atender rapidamente uma demanda que só tem crescido. Mesmo com um nível construtivo elevado, com um novo estoque grande chegando, a absorção líquida de novas áreas pelo mercado é positiva e diminui sim a vacância, mesmo que pouco.

Mas, especialistas no assunto alertam que se houver crescimento do PIB como o esperado, vai faltar galpão no Brasil. Porém, proprietários desse tipo de imóvel, principalmente, em áreas próximas aos grandes centros consumidores, verão uma disputa maior entre inquilinos por estes ativos.

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Tiago Drumond

Diretor Comercial

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