Em épocas de alta demanda, a entrega de produtos do e-commerce pode ser um desafio. Uma coisa, porém, é certa: acelerar os processos internos, maximizando a eficiência das rotinas logísticas faz toda a diferença no resultado operacional — e, claro, também nos caixas da companhia. É importante que os gestores se dediquem a entender a complexidade do cenário e, assim, sejam capazes de traçar estratégias coerentes. Esse é, portanto, o objetivo deste post!
Primeiro, você entenderá por que é fundamental investir em um bom planejamento logístico. Em seguida, conhecerá os erros recorrentes na entrega de produtos, verificando se, no dia a dia da sua empresa, tais desvios também são comuns. Por fim, você saberá quais são as táticas corporativas que garantem uma entrega mais ágil, eficaz e lucrativa no e-commerce.
Boa leitura e bons insights!
Os números do comércio online são bastante atrativos. Em 2019, o faturamento do e-commerce cresceu mais de 22%, alcançando a marca dos R$75 bilhões — em comparação ao ano anterior.
Em 2020, com a pandemia de coronavírus, os dados mostram uma tendência de expansão ainda mais forte. Nos quatro primeiros meses, de janeiro a abril, as lojas virtuais faturaram quase R$23 bilhões, o equivalente a 32% do valor acumulador no mesmo período de 2019. A expectativa é que os indicadores continuem positivos.
Resultados tão superlativos, no entanto, também trazem consigo desafios grandiosos. É o caso, por exemplo, da atividade logística: no e-commerce, é preciso garantir que as entregas sejam feitas de modo eficiente e otimizado.
Para viabilizar um cenário de alta produtividade, podendo corresponder com propriedade à alta demanda de consumo online, o planejamento da área é urgente e essencial. Trata-se, na prática, de padronizar e monitorar procedimentos como:
No e-commerce, talvez mais que em qualquer outro segmento, a logística é crucial para assegurar uma boa experiência de compra. Essa característica, por sua vez, justifica investimentos em processos e facilidades voltadas à atração — principalmente no que diz respeito à reputação da loja — e à fidelização de clientes, garantindo que as encomendas sejam entregues a partir de uma logística que, além de competente, também é altamente competitiva.
Quanto mais coesa e padronizada for a operação logística, menos vulnerável a desvios será a empresa. Ainda assim, alguns erros podem comprometer a eficácia dos processos e interferir negativamente no faturamento do negócio. Convém mobilizar esforços para evitá-los!
O planejamento é o pilar da produtividade. Em logística, assim como na maioria dos departamentos empresariais, é indispensável contar com um bom plano de ação — relacionando, inclusive, recursos disponíveis e prazos predefinidos. Pecar no planejamento é um risco perigoso. Afinal, sem qualquer norte ou orientação, os processos perdem o sentido e tendem a se distanciar do objetivo: impulsionar a experiência de compra com entregas rápidas.
Até pouco tempo atrás, era comum encontrar líderes corporativos que nutriam uma visão distorcida do estoque: para alguns, os produtos armazenados representavam um capital congelado, mais para prejuízo que para rentabilidade.
Hoje, a premissa de que o estoque é o pulmão do e-commerce é unânime. Com isso, o monitoramento dos itens disponíveis ganhou espaço e relevância, contribuindo para que táticas otimizadas de escoamento (tais como FEFO e FIFO, por exemplo) impulsionassem o faturamento das empresas.
Os atrasos na entrega são um dos grandes pesadelos do e-commerce. Não é para menos: o cliente digital é cada vez mais rigoroso e dispõe de uma miríade de informações em poucos cliques, requerendo que as empresas se adaptem a uma demanda mais exigente — além de maior. Principalmente no contexto do e-commerce, atrasar as entregas é uma falta grave. Por isso, os prazos devem estar claros ao cliente e o cumprimento deles, em todas as etapas internas, deve ser uma prioridade para a equipe.
Há, sem dúvidas, um horizonte de possibilidades no e-commerce. Uma previsão do Alibaba, gigante chinesa do comércio digital, estima que as vendas online representarão 85% de todas as transações comerciais em 2030. A cada ano, estamos mais próximos dessa realidade.
É natural, então, que os gestores olhem com atenção às possibilidades do e-commerce. Ao lançar mão de estratégias aderentes ao crescimento digital, criando rotinas capazes de suportar as entregas com eficiência, ganha-se fôlego e competitividade. Confira!
A descentralização do estoque pode ser uma excelente alternativa para assegurar as entregas do e-commerce. Muitas empresas já entenderam o poder de manter CDs (Centros de Distribuição) em pontos estratégicos e, por isso, a prática é adotada com bastante frequência.
Ao alugar galpões bem localizados, a empresa pode elaborar novas rotas de escoamento e, enquanto diminui os custos com frete, maximiza a experiência de compra do cliente — uma vez que acelera o processo de ponta a ponta.
Demandas altas exigem um planejamento completo e integrado. A gestão de compras, por exemplo, precisa estar alinhada às expectativas de venda e ao ritmo de aquecimento do mercado — do contrário, os riscos de desabastecimento são enormes e podem causar prejuízos consideráveis.
A entrega, como não poderia deixar de ser, também desponta como uma preocupação recorrente: é essencial manter padrões de separação e transporte, viabilizando que os prazos sejam cumpridos e que o cliente fique totalmente satisfeito com a compra.
Diante disso, fica fácil perceber que a qualidade na entrega de produtos do e-commerce deve ser uma prioridade para empresas que querem operar de maneira saudável, eficiente e lucrativa. Vale implementar estratégias e investir na otimização operacional!
O conteúdo foi útil e ajudou você a repensar suas estratégias de entrega no e-commerce? Ótimo! Siga-nos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn. Sucesso e até breve!
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